
Dentro deste contexto é que esta semana estivemos entrevistando a coordenadora do curso á distância Eadecon Wanessa Pires, declaradamente uma apaixonada pela educação e pelo que faz. A paixão da pedagoga é tão grande que ela foi aluna e hoje coordena o pólo de Duque de Caxias do curso de ensino continuado.
Nesse contexto de impregnação do conhecimento cabe à escola amar o conhecimento como espaço de realização humana de alegria, e de contentamento cultural, cabe-lhe selecionar e rever criticamente a informação, formular hipóteses, ser criativa e inventiva (inovar), ser provocadora de mensagens e não pura receptora, produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado. E mais, sob uma perspectiva emancipadora da educação, a escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos.
Ela não pode distribuir poder, mas pode construir e reconstruir conhecimento, saber, que é poder. Sob uma perspectiva emancipadora da educação a tecnologia contribui pouco para a emancipação dos excluídos se não for associada ao exercício da cidadania. A escola deixara de ser “lecionadora” para ser “gestora do conhecimento”. A educação tem a possibilidade de ser determinante sobre o desenvolvimento.
A educação: tornou-se estratégica para o desenvolvimento, mas para isso não basta modernizá-la será preciso transformá-la profundamente. Dentro desse pensamento surge uma indagação: o que é ser professor? Ser professor, hoje é viver intensamente o seu tempo. Conviver e ter consciência e sensibilidade. Não se pode imaginar um futuro para a humanidade sem educadores. Os educadores numa visão emancipadora não só transformam a informação em conhecimento crítico, mas também formam pessoas.
Nesse contexto de impregnação do conhecimento cabe à escola amar o conhecimento como espaço de realização humana de alegria, e de contentamento cultural, cabe-lhe selecionar e rever criticamente a informação, formular hipóteses, ser criativa e inventiva (inovar), ser provocadora de mensagens e não pura receptora, produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado. E mais, sob uma perspectiva emancipadora da educação, a escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos.
Ela não pode distribuir poder, mas pode construir e reconstruir conhecimento, saber, que é poder. Sob uma perspectiva emancipadora da educação a tecnologia contribui pouco para a emancipação dos excluídos se não for associada ao exercício da cidadania. A escola deixara de ser “lecionadora” para ser “gestora do conhecimento”. A educação tem a possibilidade de ser determinante sobre o desenvolvimento.
A educação: tornou-se estratégica para o desenvolvimento, mas para isso não basta modernizá-la será preciso transformá-la profundamente. Dentro desse pensamento surge uma indagação: o que é ser professor? Ser professor, hoje é viver intensamente o seu tempo. Conviver e ter consciência e sensibilidade. Não se pode imaginar um futuro para a humanidade sem educadores. Os educadores numa visão emancipadora não só transformam a informação em conhecimento crítico, mas também formam pessoas.
Um comentário:
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